Visita do Clube Europeu à Eslováquia, Hungria e Áustria

Clube Europeu, Destaque — By on 07/12/2009 23:28

No dia 16 de Junho de 2009, os alunos do Clube Europeu iniciaram a sua visita de estudo às 21:15h., com o voo do Porto para Londres. No aeroporto de Londres passamos a noite, e, pelas 6:00 h. da manhã, partimos no voo com destino a Bratislava (Eslováquia).

Em Bratislava visitamos o centro histórico, recheado de monumentos que contam a história de um país, que só há poucos anos conheceu a liberdade, com o fim do comunismo.

Visitada Bratislava, partimos no comboio rumo a Budapeste (Hungria). Depois de uma visita nocturna à cidade passamos a nossa primeira noite na Hungria.

No dia seguinte, visitamos Budapeste, uma cidade cheia de monumentos que contam a sua história. Mas a nossa visita à cidade tornou-se ainda melhor, pois tivemos uma visita guiada de autocarro aberto, e também dentro dos monumentos.

Budapeste era, no início, duas cidades: Buda e Peste. Buda é a mais antiga. Nesta parte já tinham passado e vivido os Romanos, e, com o passar dos tempos, esta cidade cresceu, assim com Peste. O crescimento fez com que as cidades se juntassem, passando depois a designação da cidade para Budapeste.

Peste é a parte maior. Lá se situa a Catedral do Rei Santo Estêvão I, o Parlamento, o Monumento aos Heróis, a Ópera, entre outros. A Catedral e o Parlamento foram construídos ao mesmo tempo, por ocasião da comemoração dos 1000 anos da fundação da Hungria. A altura da maior cúpula destes monumentos tem 96 metros de altura.

Peste tem planta ortogonal, as casas são altas, com cerca de 5 andares, e cada uma tem um tipo diferente de fachadas. Buda tem planta irregular.

Visitada a cidade de Budapeste, a tarde do dia 18 ficou para uma visita à área comercial da cidade.

No dia seguinte, após a comemoração do aniversário da Cátia, partimos de comboio para Viena (Áustria). Após 2 horas e meia de viajem, chegamos a Viena. Só foi pena o mau tempo que se fazia em Viena, mas isso não atrapalhou a nossa visita à capital da música clássica. Nos dias seguintes visitamos a parte histórica da cidade: a Catedral, a Ópera, o Museu de História Natural, e toda a parte histórica de Viena.

A Catedral é uma dos mais emblemáticos monumentos da cidade. Foi construída sobre ruínas Romanas, e foi sendo aumentada nos anos seguintes. A torre mais alta tem mais de 100 metros de altura. O telhado foi destruídos nos finais da II Guerra Mundial, mas foi reconstruídos nos anos seguintes.

O Museu de História Natural, contém, para além de inúmeras obras de arte, também alberga vestígios dos antigos Egípcios, Gregos e Romanos.

A Ópera é uma dos grandes monumentos da cidade: construído na segunda metade do século XIX, no reinado do Imperador Francisco José I, uma parte foi destruída por um bombardeamento, nos finais da segunda Grande Guerra Mundial, em 1945. Este edifício alberga só espectáculos de Ópera e Bailado. Os Concertos de Música Clássica são realizados noutros edifícios da cidade.

Viena é uma cidade fantástica. Tal como Budapeste, a parte histórica tem planta ortogonal, e as suas casas são altas, e cada uma contém um tipo de fachada diferente.

Mas Viena tem também partes negras na sua história. Depois dos 68 anos de reinado do Imperador Francisco José I (1848-1916), durante os quais Viena foi a capital do Império Austro-Húngaro, e foram construídos em Viena a maior parte dos monumentos que hoje conhecemos; o Império dividiu-se e nasceu a Áustria e a Hungria, e, escassos anos depois, durante a   II Guerra Mundial, Viena foi fortemente atacada por um bombardeamento, onde muitos monumentos foram danificados, mas graças à bondade do povo Vienense, os monumentos foram reconstruídos depressa.

Em Viena também tivemos a oportunidade de assistir a um concerto de Música Clássica, e também de assistir à Ópera.

No dia 22 de Junho, partimos de comboio rumo a Salzburgo, mas durante a viajem, paramos no campo de Concentração de Mauthausen. Lá vimos algumas barracas onde eles viviam, porque as outras foram transformadas em cemitérios. Vimos o crematório, a câmara de gás, a sala onde armazenavam os corpos, e uma exposição onde havia uma maquete do campo de concentração, e fotografias dos Judeus.

Depois de visitarmos o campo de concentração, partimos para Salzburgo.

No dia seguinte, visitamos a cidade natal de Mozart: vimos a casa donde nasceu este famoso compositor, e a casa onde viveu, e vimos os monumentos desta famosa cidade.

No dia seguinte, partimos do aeroporto de Salzburgo para Londres, e, às 16:30h. da tarde deste dia 24 de Junho, levantamos voo rumo ao Porto, terminando assim a viajem.

Foi uma viajem muito divertida, não me importava de fazer outra viajem igual.

Paulo José

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